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LÂMPADAS BARATAS SAEM DE MERCADO ESTE SÁBADO

Proibição de venda na União Europeia entra hoje em vigor. Objetivo: promover uma iluminação mais amiga do ambiente. Lâmpadas incandescentes de halogéneo são ainda utilizadas em mais de um quinto dos lares portugueses.

A partir deste sábado, 1 de setembro, as lâmpadas incandescentes de halogéneo vão deixar de ser comercializadas em toda a União Europeia (UE). A proibição de venda foi imposta por Bruxelas e visa promover uma iluminação mais amiga do ambiente, reduzindo as emissões de carbono.  

 

O objetivo de Bruxelas  passa por reduzir em 20% o consumo de energia até 2020, comparado com o consumo nesse ano sem a aplicação de medidas. O uso e lâmpadas de menor consumo, como as chamadas LED, é uma das formas de poupar energia, pois além de durarem 7,5 vezes mais, consomem 6,6 vezes menos.  Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, as lâmpadas incandescentes de halogéneo são utilizadas em 22,4% dos lares portugueses.

 

Em cada alojamento, são utilizadas aproximadamente sete lâmpadas, o que representa um gasto de energia 10 vezes superior a do que as lâmpadas LED.  

 

Em Portugal, a eliminação progressiva do halogéneo evitará mais de 15 milhões de toneladas de emissões de carbono por ano, o equivalente ao consumo anual de eletricidade no nosso país. Esta eliminação representa uma poupança estimada em 39 tera-watts por hora (Twh) em 2020, idêntica ao total que Portugal consumia em 2000.  Em 2007, o consumo anual de eletricidade na UE resultante das referidas lâmpadas foi estimado em 112 Twh, correspondendo à emissão de 45 milhões de toneladas de dióxido de carbono. Sem medidas, esse consumo chegaria aos 135 milhões em 2020.  

 

A alteração das lâmpadas disponíveis no mercado começou em 2009 e, há dois anos, a UE proibiu a fabricação e importação das incandescentes.

 

A associação ambientalista Quercus defende a aposta nas lâmpadas LED  para redução das emissões de carbono. Isto porque, são lâmpadas  que duram mais tempo (durabilidade média é de 15 a 20 anos, contra dois anos nas lâmpadas incandescentes de halogénio) e não gastam tanta energia.

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